Idoso perde cerca de R$ 20 mil em golpe do falso funcionário

A vítima, um advogado aposentado de 84 anos, morador do Centro, teve diversas compras realizadas por meio dos seus cartões

Um caso de golpe do falso funcionário, cuja vítima perdeu cerca de R$ 20 mil, foi registrado em Juiz de Fora pela Polícia Militar, na tarde desta quarta-feira (17). A vítima, um advogado aposentado de 84 anos, morador do Centro, teve diversas compras realizadas por meio dos seus cartões de banco, depois de entregá-los a um homem desconhecido que se passou por funcionário de uma agência bancária.

De acordo com o Registro de Eventos de Defesa Social (Reds), o idoso relatou que recebeu uma ligação telefônica, no último dia 8, de alguém que se apresentou como funcionário da agência da qual ele era cliente. O telefonema tinha o objetivo de informar para a vítima que seus cartões haviam sido clonados. Durante a ligação, o suposto funcionário transferiu a conversa com o idoso para o “setor de segurança” da instituição, para que ele pudesse ter informações e sanar suas dúvidas.

Conforme a vítima, ela foi convencida a passar todos os dados bancários para a pessoa que estava do outro lado da ligação. O aposentado também foi convencido de que teria que entregar seus cartões a um “funcionário” do banco, que iria a sua casa para buscá-los. De acordo com o idoso, o homem compareceu ao seu apartamento, em um prédio na Rua Halfeld, e pegou os cartões que foram entregues pela vítima dentro de um envelope. O tal funcionário seria um homem de estatura baixa, moreno e de cerca de 40 anos.

Posteriormente, ao entrar em contato pessoalmente com o banco, o advogado foi informado pela instituição que tinha sido vítima de estelionato e que os golpistas tinham realizado compras, utilizando os seus cartões, no valor estimado de R$ 20 mil.

Ainda segundo o Reds, um porteiro do prédio da vítima viu quando o suspeito esteve no local para buscar os cartões e pode servir como testemunha para um futuro reconhecimento do golpista. O caso foi encaminhado para investigação da Polícia Civil.

Por Tribuna de Minas

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