Administração do Cemitério Municipal responde a queixa de vandalismo em lápides e jazigos

Sobre a queixa:
A são – joanense Rita Knop, ouvinte da Rádio e seguidora da emissora nas redes sociais, mora em outro estado onde atua como pedagoga e na Literatura em Língua Portuguesa. Ela visita o município em algumas ocasiões, dentre elas, o feriado do “Dia dos Finados”.
Ela procurou a nossa reportagem para se queixar de vandalismo no jazigo da família, no Cemitério Municipal de São João Nepomuceno.
Ao pedir este espaço, ela declarou que, neste ano, ao prestar homenagem aos seus entes queridos, sepultados naqueles jazigos, como forma de protesto, ela deixou um pedido de “respeito” em um banner, na expectativa de sensibilizar àqueles que praticam estes delitos.
No jazigo, estão sepultados sua irmã, pai e mãe, conforme registrado na foto.
Ela também queria pedir uma solução para esta aflição, alegando que outras famílias conversaram com ela e possuem a mesma queixa. Como de fato…


A resposta da administração do Cemitério Municipal:
Contactado por nossa reportagem, o administrador do local, o servidor Flávio Fontenelle, informou que, assim que soube desta queixa, ele fez questão de ir até a residência da família, por respeito aos sentimentos familiares e para, além de prestar solidariedade, dar uma resposta ao pedido de providências e explicar o que a administração pública está avaliando fazer em relação ao problema.
Ele mencionou da inviabilidade de se montar uma “guarda patrimonial”.
Realmente, a vigilância sobre o local é um desafio, já que as dependências são imensas, inviabilizando colocação de vigias noturnos em todos os quadrantes. O que também não resolveria o problema em sua totalidade, uma vez que, mesmo sob a luz do dia, pode-se praticar a profanação de jazigos.
Ouvimos dele que a administração pública estuda mecanismos para responder a estas demandas, dentre eles, a instalação de diversas câmeras e que estes dispositivos já estariam em processo de licitação.
Ele citou que também pretendem montar um “Disque Denúncia” para denúncias anônimas, campanhas de conscientização na sociedade e um grupo de estudos com servidores e membros da sociedade para sugestões sobre como melhorar a segurança e a manutenção do lugar.

