Departamento de Cultura responde à queixa da proibição imposta ao Bloco Quatro Gerações de ingressar na “Passarela do Samba”
Veja, ao fim da matéria, registro da concentração do Bloco, na Rua Nova.
MEMBRO DA COMISSÃO ORGANIZADORA DO DESFILE DO BLOCO QUATRO GERAÇÕES ACUSA ORGANIZAÇÃO DE IMPEDIR A ENTRADA DO BLOCO NA PASSARELA DO SAMBA
Partes ouvidas pela reportagem: Everson Rezende, representante do Bloco Quatro Gerações, e Aldo Torres, Diretor de Cultura da Prefeitura Municipal de São João Nepomuceno
A queixa: O Bloco Quatro Gerações é um bloco tradicional e que é fundamental no Carnaval de Rua de São João Nepomuceno e, merece consideração e tratamento dado às demais agremiações. Everson Rezende, um famoso artista, “folião de primeira” e peça fundamental na existência do bloco, fez um desabafo nas redes sociais, acusando a organização de não cumprir com o trato feito com os blocos e vetado ao bloco em destaque- a dispersão na “Passarela do Samba”.
E O QUE DIZ O REPRESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO DO CARNAVAL?
A organização, através do Diretor de Cultura, Aldo Torres, disse que vetou a entrada com o “coração partido”.
O show da Banda estava marcado para 00h, com tolerância de meia hora para o início da apresentação.
Na data da queixa, o desfile do bloco foi prejudicado pelo mau tempo e isso atrasou seu deslocamento no sentido da Passarela do Samba e, com isso, a comissão organizadora, mesmo solidária ao contratempo da chuva, após 60 minutos de iniciado o show, se viu obrigada a vetar a entrada do Bloco Quatro Gerações na “Estação do Samba” , que já estava à disposição da equipe de segurança e do público que já acompanhava a Banda.
Vale ressaltar o cumprimento de cláusula contratual com a Banda, onde se inclui o cumprimento de horário pelas partes. – Destaca o representante da organização.
De acordo com o Departamento de Cultura, como dito, havia 30 minutos de tolerância de atraso, contudo, o Bloco atrasou cerca de 1h.Eles foram prejudicados por um evento (chuva), e o atraso não foi intencional. A organização, através do Diretor de Cultura, Aldo Torres, disse que vetou a entrada com o “coração partido”.

