Dia 28 de Junho: Dia do Orgulho LGBTQIAPN+. Representante da causa é ouvido pela emissora
LGBTQIAPN+/ Entrevista
Wbyster Junio Paiva Lopes
Reportagem e fotos Aristides dos Santos com informações da entrevista presencial / vídeo “divulgação” do entrevistado
Wbyster Junio Paiva Lopes, 30 anos, formado em Biomedicina e Fisioterapia, estudante de Odontologia e com vários cursos de atualização, requisitou espaço para falar das lutas, preconceito, demandas, violência e conquistas que esse segmento da sociedade sofre.

Ele destacou a importância da família e dos verdadeiros amigos para que o adolescente ou adulto não sofra a criminalização da sua condição, que pode culminar na expulsão da família, exclusão social e, consequentemente, risco de suicídio , envolvimento com as drogas, mendicância, violência física e adoecimento.
Ele suspeitou que a emissora fosse rejeitar a pauta, “estou acostumado com não“ , ele disse. Entretanto, o “lugar de fala” tem sido assegurado na emissora, respeitando a diversidade humana e a liberdade de expressão.
O entrevistado foi acompanhado de sua mãe Silvania Ribeiro de Paiva Lopes, 54 anos, que encantou os ouvintes com sua demonstração de compreensão, amor, acolhimento com o filho, que atualmente mora e trabalha em Juiz de Fora.

Ela destacou que “devemos amar as pessoas independente de suas crenças, opções, orientação sexual, condição racional ou social pois, antes de tudo, são seres humanos, por trás de toda condição há uma pessoa”.
Ele ressaltou que o Dia do Orgulho LGBTQIAPN+, em 28 de junho, é uma data marcada pela celebração da diversidade e pela luta por direitos e igualdade para a comunidade LGBTQIAPN+. A sigla, que representa Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer, Intersexuais, Assexuais, Pansexuais e Pessoas Não-Binárias, reflete a pluralidade de identidades e orientações sexuais que compõem esta comunidade vibrante e multifacetada.
DIA 28 DE JUNHO: DIA DO “ORGULHO LGBTQIAPN+. REPRESENTANTE DO MOVIMENTO É OUVIDO PELA EMISSORA.
Tópicos de maior destaque na reportagem:
DISCRIMINAÇÃO
A discriminação contra pessoas LGBTQIAPN+ pode ocorrer em diversas formas e contextos, incluindo:
Institucional: Barreiras no acesso a serviços de saúde, educação e emprego.
Social: Exclusão social, rejeição familiar e estigmatização.
Legal: Falta de proteção legal contra a discriminação baseada em orientação sexual e identidade de gênero em muitos lugares.
Econômica: Disparidades salariais, dificuldades em conseguir empregos e precariedade no trabalho.
VIOLÊNCIA
A violência contra pessoas LGBTQIAPN+ pode ser física, psicológica, sexual e institucional. No Brasil , a cada 34h um representante desta comunidade sofre uma uma agressão. Alguns exemplos incluem:
Física: Agressões, assassinatos e ataques de ódio.
Psicológica: Assédio, bullying e intimidação.
Sexual: Violência sexual, estupro corretivo.
Institucional: Negação de serviços essenciais, má conduta por parte de autoridades e forças de segurança.
Ele destacou a importância da família e dos verdadeiros amigos para que o adolescente ou adulto não sofra a criminalização da sua condição, que pode culminar na expulsão de casa, exclusão familiar familiar e social e, consequentemente, risco de suicídio , envolvimento com as drogas, mendicância, violência física e adoecimento.

