Brasil: Após Bruno Drummond, paciente número 1 da Polilamenina no mundo, Thamires Fernandes, paciente número 1 em Minas Gerais, conversa com a emissora
Reportagem e edição de imagens Aristides dos Santos / Crédito das informações e imagens: Thamires Fernandes
PACIENTE NÚMERO 1 DE MINAS GERAIS A RECEBER POLILAMININA RELATA EVOLUÇÃO APÓS ACIDENTE E TRAZ ESPERANÇA À REABILITAÇÃO
PARA ESCUTAR AS FALAS DE BRUNO E THAMIRES, DÊ UMA PAUSA MOMENTÂNEA NO SOM DA RÁDIO, NO TOPO DA PÁGINA
📻97,3 FM/ 💻www.difusorasjn.com.br / 📌 São João Nepomuceno – MG
Engenheira de produção e DJ de Governador Valadares, 35 anos, sofreu acidente em 13 de dezembro de 2025, recebeu a substância em 26 de dezembro de 2025 por decisão judicial e é a primeira paciente mineira a utilizar a Polilaminina. Entrevista foi concedida por volta das 10h45, agendada por Aristides dos Santos.
SÃO JOÃO NEPOMUCENO – JUIZ DE FORA, terça-feira, 24 de fevereiro de 2026 — A Rádio Difusora 97,3 FM realizou por volta das 10h45 desta manhã a segunda entrevista especial sobre o uso da Polilaminina no Brasil. A conversa, agendada pelo jornalista Aristides dos Santos, trouxe ao público a história de Thamires Fernandes, de 35 anos, moradora de Governador Valadares, que se tornou a paciente número 1 de Minas Gerais e a terceira do Brasil a receber a substância.
Na primeira entrevista sobre o tema, a emissora já havia conversado com Bruno Drummond de Freitas, reconhecido como o paciente número 1 do mundo no uso da substância, que apresentou recuperação de aproximadamente 95% a quase 100% após quadro de tetraplegia, quando estava acamado e sem movimentos do ombro para baixo.
Agora, o foco é Minas Gerais.


O ACIDENTE
Thamires relatou que, na madrugada do dia 13 de dezembro de 2025, retornava de um evento em Teófilo Otoni, distante cerca de 140 km de Governador Valadares, onde atuava como DJ.
Ela estava no banco de trás do veículo do pai quando, ao tentar retirar uma blusa, tudo aconteceu…
“No momento em que me tiraram do carro, eu já não sentia as pernas”, contou.
A fratura ocorreu na vértebra T10, provocando paralisia do umbigo para baixo, caracterizando paraplegia.
Questionada sobre o uso do cinto de segurança, respondeu:
“Eu estava sem o cinto. Tinha parado num posto e tirei para colocar um casaco. Foi questão de segundos. Quando me tiraram do carro, eu estava com metade da blusa vestida.”
CIRURGIA E AÇÃO JUDICIAL
Do dia 13 ao dia 17 de dezembro de 2025, Thamires aguardou cirurgia. Inicialmente em hospital público, houve tentativa de transferência para Belo Horizonte. A família conseguiu, via SUS, atendimento em hospital particular de Teófilo Otoni, onde a cirurgia foi realizada no dia 17 de dezembro de 2025.
No dia 18 de dezembro de 2025, contatos foram iniciados com a equipe responsável pela substância. No dia 19 de dezembro de 2025, foi protocolada ação judicial, solicitando autorização para o tratamento.
A aplicação da Polilaminina ocorreu em 26 de dezembro de 2025, fora da chamada janela ideal de 72 horas, considerada período desejável para melhores respostas iniciais.
EVOLUÇÃO CLÍNICA
Nos primeiros dias após a aplicação, não houve percepção de sensibilidade.
“No início eu não sentia nada”, afirmou.
Posteriormente surgiram espasmos, interpretados como sinais positivos de resposta neurológica.
Hoje, dois meses após a aplicação, Thamires relata:
- A paralisia já não está mais exatamente na região do umbigo;
- A sensibilidade começa a descer gradativamente;
- Pequenos estímulos já são percebidos;
- Ainda não há controle urinário;
- Realiza fisioterapia 5 vezes por semana em casa;
- Recebe mais 1 sessão semanal com apoio da prefeitura.
- Esporadicamente já mexe um pouco os pés”.
Ela admite ansiedade natural pelo desejo de voltar a andar, mas reconhece que o processo exige tempo e sacrifício.
A médica Dra. Tatiana, citada na entrevista, reforça que a substância sozinha não basta, sendo essencial a fisioterapia intensiva.
ASPECTO EMOCIONAL
Thamires afirmou que, inicialmente, enfrentou o trauma em estado de choque. Hoje, mais consciente da dimensão do ocorrido, segue com acompanhamento psicológico e psiquiátrico, algo que já realizava antes do acidente.
“Eu nunca questionei a Deus o porquê. Pode ser um propósito para minha vida ou para mostrar essa medicação ao mundo”, declarou.
ACOMPANHAMENTO CONTÍNUO
Por se tratar da primeira paciente de Minas Gerais a utilizar a Polilaminina, a Rádio Difusora 97,3 FM acompanhará sua evolução ao longo dos próximos meses.
Se no primeiro programa a emissora apresentou o caso de sucesso de Bruno Drummond, hoje traz a história de uma mineira que inicia sua jornada de recuperação.
Os sinais ainda são discretos, mas existem e são como “uma luz no final do túnel” . E, na medicina regenerativa, cada milímetro de sensibilidade recuperada é resultado de quilômetros de esperança e esforço. O famoso “no pain, no gain”.
Força Thamires! Foco, força e fé.
#DifusoraSJN #Polilaminina #MinasGerais #GovernadorValadares #Saúde #Reabilitação
Reportagem anterior
PACIENTE NÚMERO 1 DA POLILAMININA CONCEDE ENTREVISTA AO VIVO E PROTAGONIZA UMA DAS MAIORES REVOLUÇÕES DA HISTÓRIA DA MEDICINA
Reportagem Aristides dos Santos / Crédito das informações e imagens: UFRJ, FAPERJ e informações institucionais do Laboratório Cristália
Brasil: Primeiro tetraplégico totalmente curado na história da humanidade, Bruno Drummond concede entrevista à emissora, falando, pela primeira vez, em veículos de comunicação do interior de Minas.
“Já estou perto dos 100% de reabilitação”

📻97,3 FM
💻www.difusorasjn.com.br
📌 SÃO JOÃO NEPOMUCENO – MG
🎙️ Entrevista exclusiva na região com Bruno Drummond de Freitas que, aos 23 anos, quebrou o pescoço, a coluna na altura da T8, com compressão na C6, após um acidente automobilístico, e entrou para a história da humanidade como sendo o primeiro paciente tetraplégico totalmente curado no mundo.
SÃO JOÃO NEPOMUCENO – JUIZ DE FORA, sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026 – A entrevista ao vivo concedida à Difusora 97,3 FM pelo paciente experimental número um da polilaminina, Bruno Drummond de Freitas, 31 anos, representa um marco não apenas para a ciência brasileira, mas para a própria história da humanidade.
Bruno sofreu um **grave acidente de carro em 2018, no qual também estava seu irmão, que na época tinha apenas 7 anos de idade e, felizmente, nada sofreu. Já Bruno teve uma lesão cervical completa da medula espinhal, condição que o deixou tetraplégico, sem movimentos dos ombros para baixo.
Antes do acidente, Bruno levava uma vida intensa e cheia de aventuras, com rotina ativa, esportes, aventuras e muitos planos. Tudo mudou de forma abrupta no fatídico dia da tragédia, quando ele passou a viver uma realidade que, ao longo da evolução da humanidade, sempre foi encarada como uma sentença irreversível.
A tetraplegia, assim como a paraplegia, historicamente significou não apenas a perda dos movimentos, mas também a morte da vida social e da autonomia. Pessoas nessas condições tornavam-se totalmente dependentes de terceiros para alimentação, higiene, uso de fraldas, movimentação na cama e cuidados básicos diários. Era um caminho sem retorno, aceito pela medicina por séculos.
No caso de Bruno, o cenário inicial indicava exatamente isso: uma vida de dependência total, sem expectativa de reversão. No entanto, a história começou a mudar quando ele foi incluído no tratamento experimental com a polilaminina, substância desenvolvida pela bióloga Dra. Tatiana Lobo Coelho de Sampaio, 59 anos, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com apoio da FAPERJ e parceria com o Laboratório Cristália.
Bruno foi o primeiro paciente do mundo a receber a substância. Na entrevista concedida **ao vivo na sexta-feira, 20 de fevereiro, às 10h20, ele relatou que hoje está próximo de 100% de recuperação, conseguindo ficar de pé, andar, correr, nadar e realizar exercícios físicos normalmente, algo que até pouco tempo atrás era considerado impossível.
Ele também revelou que, após o seu caso pioneiro, houve uma sucessão de outras boas notícias envolvendo pacientes com quadros clínicos semelhantes, mostrando que o experimento vem sendo coroado de sucesso e configurando uma verdadeira revolução na medicina regenerativa.
Durante a entrevista, Bruno fez um alerta importante: a Dra. Tatiana não possui perfis em redes sociais. A reportagem identificou três canais no Instagram que se apresentam como oficiais, mas todos foram classificados como fake news, de acordo com a apuração jornalística junto a fontes institucionais.
No entendimento desta reportagem e de muitos observadores da cena científica, o trabalho liderado pela Dra. Tatiana Lobo Coelho de Sampaio extrapola os limites da pesquisa convencional. Trata-se de um avanço que muda o destino de pessoas condenadas à perda total de autonomia, razão pela qual a pesquisadora é vista como mais que indicada ao Prêmio Nobel de Medicina, sendo considerada, por muitos, merecedora do próprio Nobel.
O impacto do caso de Bruno Drummond de Freitas é tamanho que ele passou a ser requisitado pela imprensa mundial, concedendo entrevistas a grandes emissoras de televisão, agências internacionais de notícias, portais especializados e à mídia brasileira. Mesmo com uma agenda disputada entre entrevistas e convites para palestras, Bruno reservou um espaço para falar com a Difusora 97,3 FM, emissora que, embora não figure entre os grandes conglomerados de comunicação do país ou do mundo, tem importância fundamental para a região e para o jornalismo local.
A pesquisa com a polilaminina segue em fase experimental, com critérios rigorosos: indicação apenas para lesão medular COMPLETA, aplicação ideal até 72 horas após o trauma, possibilidade de **uso compassivo até 90 dias, mediante prescrição médica e relatório do médico assistente. Lesões crônicas ainda não estão contempladas.
Atualmente, seis pacientes beneficiados com a substância estão em processos acelerados de recuperação. Bruno, estágio mais avançado por ter sido o primeiro paciente, ao ser perguntado se precisaria fazer, periodicamente, fazer uso de medicamentos ao longo da vida, ele respondeu que bastou uma aplicação de Polilaminina na cirurgia, e de fato, a partir daí, só precisou da força de vontade na fisioterapia e, como dito anteriormente, Já está perto dos 100% de reabilitação.
Quem desejar se candidatar a uma vaga para o processo de experiência ou cadastrar alguém, escreva para [email protected], o laboratório que produz a substância, inclusive, emitiu essa nota de esclarecimento:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
O Laboratório Cristália, única empresa responsável pela produção da POLILAMININA, informa que o produto não está disponível para venda e a Empresa segue o processo de aprovação junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), com o objetivo de cumprir todas as fases de estudo necessárias até que o medicamento possa ser disponibilizado em larga escala, ou seja, produzido e comercializado para hospitais.
O Laboratório Cristália esclarece, ainda, que o projeto é fruto da parceria com a Profa. Dra. Tatiana Sampaio, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Reforçamos que inovações disruptivas, como a Polilaminina, fazem parte da essência do Cristália, que é desenvolver produtos que possam transformar a vida das pessoas, sempre de forma responsável.
Em caso de dúvida envolvendo a POLILAMININA, o SAC do Laboratório Cristália está à disposição para fornecer qualquer informação que seja necessária.
SAC
0800 701 1918
[email protected]
WhatsApp: 800 701 1918
Síntese da reportagem
🎙️ Bruno Drummond de Freitas, 31 anos, concedeu entrevista ao vivo em 20 de fevereiro, às 10h20
🚗 Acidente de carro em 2018 envolveu também o irmão de 7 anos, que não sofreu ferimentos
🧠 Lesão cervical completa causou tetraplegia, condição historicamente irreversível
🧑🦽 Bruno chegou a depender totalmente de terceiros para alimentação, higiene e mobilidade
🏃♂️ Hoje está próximo de 100% de recuperação, anda, corre, nada e faz exercícios
🧪 Primeiro paciente do mundo tratado com polilaminina
📈 Outros pacientes também apresentam resultados positivos
🏆 Pesquisa é considerada uma revolução para a humanidade e candidata ao Nobel
🚫 Dra. Tatiana não possui redes sociais; perfis identificados são fake news
📻 Difusora 97,3 FM foi a primeira emissora da região a entrevistar diretamente um dos protagonistas
#DifusoraSJN #UFRJ #FAPERJ #Cristália #CiênciaBrasileira #LesãoMedular

