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Treinamento de Defesa Terrestre: Futuros reservistas, jovens do serviço militar obrigatório treinam postura, respiração, foco e tiros em baixa visibilidade

Reportagem Aristides dos Santos foi informações e imagens do TG- 04023

AO LONGO DO DIA, O APRENDIZADO TÉCNICO: MANUSEIO DO ARMAMENTO DA MUNIÇÃO, POSTURA, RESPIRAÇÃO E FOCO.

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O Tiro de Guerra (TG) é um órgão do Exército Brasileiro que oferece instruções militares básicas a jovens que completam 18 anos e prestam o serviço militar obrigatório. Os jovens que servem no TG são chamados de “Atiradores” e, ao final do período de um ano, são considerados reservistas.

O TG é um órgão de formação da Reserva do Exército Brasileiro, a instituição também é reconhecida por promover valores éticos nestes jovens e os relatos de que a experiência é um divisor de águas na sua formação humana e na relação com a família sempre são abundantes em São João Nepomuceno.

Os 49 atiradores sob instrução do 1° Sgt EB Aquino, foram convocados, no último sábado, para um treinamento com tiros no Stand Tiro – Clube de Tiro 357, em Descoberto. Dois deles foram liberados, um por questão de escala de trabalho e outro por que está convalescente. As aulas foram pela noite de sábado (02/11) e parte da madrugada de domingo.

O treinamento de tiros diurno e noturno é essencial na formação de atiradores do tiro de guerra, principalmente no contexto do curso básico de defesa terrestre. O desenvolvimento de habilidades em condições variadas garante que os soldados estejam preparados para enfrentar situações reais de combate, onde a visibilidade e a iluminação nem sempre estarão a seu favor.

Durante o dia, o treino proporciona ao atirador uma visão clara dos alvos e do ambiente, permitindo que ele desenvolva precisão e familiaridade com a arma. Essa etapa é importante para o domínio das técnicas básicas de postura, respiração e foco, além de criar confiança no manuseio da arma.

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A prática diurna é também o momento em que se identificam e corrigem erros técnicos com mais facilidade, proporcionando uma base sólida para que os atiradores aprimorem o desempenho.

Já o treinamento noturno apresenta desafios específicos, como a baixa visibilidade e a necessidade de adaptação aos recursos de iluminação ou mesmo à ausência total dela. Esse ambiente exige que o atirador aprenda a usar outros sentidos e percepções, além de técnicas de orientação e detecção de alvos em condições adversas.

O domínio do tiro noturno é vital para situações de combate em cenários de baixa luminosidade, que são comuns em missões de defesa terrestre.

Essas habilidades ampliam sua capacidade de resposta e aumentam as chances de sucesso em missões reais, fortalecendo o preparo físico e psicológico necessário para a defesa terrestre.

Nesta ocasião, o instrutor do TG 04-023, Sgt Aquino, agradece o suporte da Polícia Militar e do proprietário do Stand Tiro – Clube de Tiro 357, o Cel da Reserva EB Wendell.

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Aristides Dos Santos

Formação: Graduação presencial em TV, Cinema, Rádio e Internet pela UNIBAN (Universidade Bandeirantes do estado de São Paulo), campus Osasco- SP. Habilitação: Trabalhos em audiovisual (cinema), atividades de radiodifusão RTV, produção de livros, revistas e jornais (impressos e digitais), criação e gestão de tráfego pago ou orgânico para internet

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