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Mesmo com o termino da greve munícipes se preocupam com a falta de combustíveis

Os postos de gasolina da região começam a ficar sem gasolina nesta sexta-feira, 08 de dezembro. O motivo é o início de uma greve nacional dos transportadores de combustíveis que teve início na primeira hora desta quinta-feira (7). De acordo com o Sindicato das Empresas Transportadoras de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (Sindtanque), a adesão foi de 100% no Estado.

“O protesto é sobre a alta carga tributária que incide sobre os combustíveis, como PIS, Cofins e ICMS. Isso traz muito prejuízo às empresas de transporte. Hoje o custo do óleo diesel já tem um impacto de 55% no custo do frete”, afirma Irani Gomes, presidente do Sindtanque. Segundo ele, o protesto é por tempo indeterminado e deve afetar não somente o abastecimento em postos das cidades, como também nos aeroportos.

Informações do site: O Vigilante Online

No Rio de janeiro

Transportadoras decidem suspender paralisação e retomam abastecimento de postos no RJ

Após reunião com o governo do estado na noite desta sexta-feira (8), os sindicatos que representam as transportadoras de combustíveis no Rio de Janeiro decidiram suspender a paralisação iniciada na quinta-feira (7) e retomaram o abastecimento de postos. A informação foi confirmada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência no Estado do Rio de Janeiro (Sindestado-RJ).

A reunião aconteceu no Palácio Guanabara, sede do governo estadual, entre os representantes da categoria e o vice-governador, Francisco Dornelles, o secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa, e o deputado estadual André Ceciliano.

No encontro, ficou acertado que o governado vai cuidar imediatamente da fiscalização nas fronteiras do estado para apreender combustível adulterado que é comprado por postos. Também foi agendada para o dia 18 de dezembro uma nova reunião para rever se discutir a taxa do ICMS sobre o Diesel.

O governo do estado disse aos transportadores que não é possível reduzir o imposto sobre o combustível por causa da crise financeira do estado. No entanto, se comprometeu a combater a sonegação de impostos, a partir da venda de combustível irregular.

O Sindestado-RJ havia destacado que a manifestação era contra a alta incidência tributária nos preços dos combustíveis, que impactam no preço final ao consumidor final.

A entidade disse que desde a noite de quinta-feira (7) nenhum caminhão transportador de combustíveis está saindo das bases de abastecimento instaladas na região de Duque de Caxias (Baixada Fluminense), que responde pelo abastecimento da maior parte do Rio de Janeiro.

A paralisação provocou efeitos imediatos nos postos da Região Metropolitana do Rio. Na sexta-feira, já havia posto sem combustível nas bombas.

São João Nepomuceno

Em São João Nepomuceno a situação já começa a ficar preocupante, mesmo com a informação sobre o termino de parte da greve. Os munícipes que não querem ficar sem combustível em seus veículos se aglomeram em filas nos postos da cidade.

Fotos enviadas por ouvintes para a Rádio Difusora

Zona da Mata

A situação em Leopoldina já preocupa os consumidores. Filas de automóveis se formam nos postos da cidade. De acordo com informações obtidas pela reportagem, com a proximidade do final de semana, se a greve continuar, poderá haver desabastecimento de combustíveis em Leopoldina. Já os postos localizados nas rodovias, que recebem um fluxo maior de caminhões, também poderão ser prejudicados devido ao consumo, que é bem maior que nos postos da área urbana, pois em média, cada caminhão abastece entre 300 e 500 litros de combustível.

Em Cataguases pelo menos três postos de combustíveis já estão sem gasolina ou álcool, conforme apurou a reportagem do Site. E a previsão é de que o produto em estoque não dure até a noite de sábado, 9. No posto Bittencourt, onde o estoque atual é de 28 mil litros de gasolina, a previsão é de atender aos motoristas até amanhã a noite.

Apesar do movimento grevista não ter prazo para terminar, há expectativa entre os proprietários de postos ouvidos pela reportagem de que seja encontrada uma solução para o problema ainda neste fim de semana. “O momento não é para pânico nem correria”, diz Leonardo Bittencourt, do Posto Bittencourt, um dos mais tradicionais da cidade. Ele diz que negociações estão em andamento a fim de normalizar o abastecimento e que o movimento grevista pode não se prolongar. “Enquanto isso é preciso ter calma e acompanhar os fatos”, aconselhou.

Fontes: O Vigilante Online, Site do Marcelo Lopes e Jornal Hoje em Dia

Juiz de Fora

A greve dos transportadores de combustível, que teve início na quarta-feira à noite, dia 6, já está comprometendo o abastecimento em Juiz de Fora. Em alguns postos, a informação, no início da noite de ontem, era de que não havia mais produto. Muitos tinham apenas etanol ou gasolina aditivada. A Tribuna entrou em contato com dez postos, e a maioria confirmou a possibilidade de falta do produto até segunda. A falta de combustível é consequência do movimento do Sindicato dos Transportadores de Combustível e Derivados de Petróleo de Minas Gerais (Sindtanque), que está impedindo que o produto seja levado até os postos.

A informação do Sindtanque é de que a adesão teria chegado a 100% no estado. A categoria protesta contra a alta carga tributária que incide sobre os combustíveis, como PIS, Cofins e ICMS. A entidade quer que o Governo de Minas e o Governo federal recuem em relação aos aumentos das alíquotas, que elevam os custos do frete. O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), por sua vez, está atuando junto às autoridades competentes para liberar do acesso aos terminais das distribuidoras paralisadas e garantir o reabastecimento.

Com medo de ficar com o tanque seco, os motoristas fizeram uma verdadeira peregrinação para abastecer seus veículos. No Posto Carrefour, o combustível acabou ainda durante a tarde, e o estabelecimento foi fechado. No Posto Padre Café, que fica na Avenida Itamar Franco, a informação passada pelo frentista à Tribuna, por telefone, era de que não havia mais produto. No entanto, ao chegar ao local, a reportagem constatou que alguns motoristas ainda conseguiam abastecer. Já no Posto Visão, na Avenida Deusdedit Salgado, no Teixeiras, ainda havia combustível, mas segundo o frentista, pelo movimento, que era muito grande, o estoque não iria durar até este sábado (9).

No Auto Posto Campeão, na Rua Teresa Cristina, no Bairro Mariano Procópio, a informação era de que a gasolina iria durar até segunda-feira (11). Situação mais tranquila foi constatada no Posto Paraibuna, na Rua Américo Lobo, no Manoel Honório, onde o proprietário confirmou a dificuldade enfrentada por conta da greve, mas disse que ainda está com carregamento cheio, porque as bombas foram guarnecidas recentemente. Ele, contudo, não soube precisar quanto tempo iria durar o estoque.

Mesma situação foi observada no Posto Cascatinha, na Rua Japiassu Coelho. Segundo o frentista, como a fila estava grande, ele não podia precisar qual era o estoque disponível. A procura também era intensa em outros postos próximos ao Bairro Cascatinha, como o Jardins e o do Supermercado Bretas. Já no Posto Moreira, em Santa Luzia, o estoque de gasolina comum havia acabado, restando apenas o da gasolina aditivada e do etanol, segundo o frentista que atendeu a reportagem. No Posto Romualdo, na Avenida Rio Branco, a gasolina comum só deveria durar até a manhã deste sábado, e o etanol, só até segunda-feira.

Em vários regiões do estado, foi registrada falta de combustível, inclusive em Belo Horizonte. Nas cidades da Zona da Mata, como Muriaé e Viçosa, a informação era de que não havia mais gasolina. Também no Rio de Janeiro o problema foi sentido. A situação é preocupante, pois vários estudantes da região vêm para Juiz de Fora, neste final de semana, para a realização das provas do Programa de Ingresso seletivo Misto da UFJF (Pism).

Por meio de nota, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro), alertou sobre a situação e informou que não existe um levantamento sobre o número de postos sem estoque. “Caso o cenário de greve persista, há sim o risco de desabastecimento geral, uma vez que os postos que ainda possuem estoque não poderão ter a renovação dos produtos armazenados. Entretanto, o Minaspetro alerta para que os consumidores não promovam a chamada ‘corrida aos postos’, o que, de fato, aceleraria o processo de desabastecimento”, informa a entidade.

Fonte: Tribuna de Minas

 

 

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Israel Malthik

Nasceu em São João Nepomuceno. É Técnico em Administração e Fotografia Artística. Foi fotógrafo da APCEF (Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal), freelancer em jornais como Estado de Minas e Agência Minas. Premiado por diversos clubes e grupos fotográficos. Atualmente é fotojornalista da Rádio Difusora de São João Nepomuceno. Israel Malthik também foi atuante, como fotógrafo, em editoriais de moda em grandes marcas da Zona da Mata Mineira. Atualmente além de ser o proprietário da Malthik Fotografia, realizando casamentos, batizados e eventos, é sócio-proprietário na empresa Cuidarte Home Care.

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