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Pode chegar a 44 número de mortos por febre amarela em Minas Gerais

Mortes em oito cidades foram confirmadas; o último balanço da Secretaria Estadual de Saúde de Minas confirmou 36 mortes desde dezembro de 2017.

O número de mortes por febre amarela em Minas Gerais pode chegar a 44. Oito mortes foram confirmadas por prefeituras e não constam no balanço oficial do estado, sendo a mais recente a de um morador de Ouro Branco, na Região Central de Minas Gerais, nesta sexta-feira (2). As mortes têm sido registradas desde dezembro de 2017.

A Secretaria de Estado de Saúde divulgou nesta terça-feira (30), 36 mortes por febre amarela. De acordo com o balanço, ao todo, 81 casos foram confirmados. Atualmente, o índice de letalidade da febre amarela no estado está em 44,4%.

Nesta sexta-feira (2), foi confirmada a morte de um morador de Ouro Branco. Ele tinha 41 anos e estava internado em Barbacena.

Nesta quinta-feira (1º), a morte de um morador de Senhora de Oliveira, também na Zona da Mata, foi confirmada pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) como febre amarela.

Nesta quarta-feira (31), a Prefeitura de Jeceaba, na Região Central de Minas Gerais, confirmou a primeira morte no município. O paciente morreu em um hospital particular de Belo Horizonte.

Na quarta-feira (31), um morador de Piranga, que morreu no dia 27 de janeiro, teve o diagnóstico de febre amarela confirmado.

No mesmo dia, a Prefeitura de Santo Antônio do Aventureiro, também na Zona da Mata, confirmou a primeira morte de morador pela doença.

Na Região Central de Minas, a Prefeitura de Itabira confirmou, ainda na quarta-feira (31), a primeira morte pela doença na cidade. A vítima foi um morador que se recusou a tomar a vacina.

Na terça-feira (30), a Secretaria de Saúde de Bicas confirmou a primeira morte de morador por febre amarela.

Em Barbacena, na Zona da Mata, a morte de um morador da cidade por febre amarela foi confirmada na terça-feira (30).

Balanço estadual

No estado, outros 208 casos continuam em investigação e 56 casos suspeitos foram descartados, conforme o último boletim epidemiológico.

Em janeiro de 2017, o número de mortes pela doença no estado, segundo a Secretaria de Saúde, era 40, contadas desde dezembro de 2016. À época, a secretaria tinha registro de 844 casos confirmados.

O governo de Minas Gerais decretou situação de emergência em cinco áreas do estado, somando 162 municípios. A cidade de Nova Lima, na Região Metropolitana, é a com mais mortes por febre amarela no estado – totalizando seis.

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos infestados. Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores infectados Haemagogus e Sabethes. Nas cidades, a doença pode ser transmitida principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa.

Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.

Fonte: G1 Zona da Mata

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Israel Malthik

Nasceu em São João Nepomuceno. É Técnico em Administração e Fotografia Artística. Foi fotógrafo da APCEF (Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal), freelancer em jornais como Estado de Minas e Agência Minas. Premiado por diversos clubes e grupos fotográficos. Atualmente é fotojornalista da Rádio Difusora de São João Nepomuceno. Israel Malthik também foi atuante, como fotógrafo, em editoriais de moda em grandes marcas da Zona da Mata Mineira. Atualmente além de ser o proprietário da Malthik Fotografia, realizando casamentos, batizados e eventos, é sócio-proprietário na empresa Cuidarte Home Care.

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