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Brasil: Primeiro tetraplégico totalmente curado na história da humanidade, Bruno Drummond concede entrevista à emissora, falando, pela primeira vez, em veículos de comunicação do interior de Minas

Reportagem e edição de imagens Aristides dos Santos / Crédito das informações e imagens: UFRJ, FAPERJ e informações institucionais do Laboratório Cristália

PACIENTE NÚMERO 1 DA POLILAMININA CONCEDE ENTREVISTA AO VIVO E PROTAGONIZA UMA DAS MAIORES REVOLUÇÕES DA HISTÓRIA DA MEDICINA

PARA ESCUTAR A FALA DELE, DÊ UMA PAUSA MOMENTÂNEA NO SOM DA RÁDIO, NO TOPO DA PÁGINA

“Já estou perto dos 100% de reabilitação”

📻97,3 FM
💻www.difusorasjn.com.br
📌 SÃO JOÃO NEPOMUCENO – MG

🎙️ Entrevista exclusiva na região com Bruno Drummond de Freitas que, aos 23 anos, quebrou o pescoço, a coluna na altura da T8, com compressão na C6, após um acidente automobilístico, e entrou para a história da humanidade como sendo o primeiro paciente tetraplégico totalmente curado no mundo.

SÃO JOÃO NEPOMUCENO – JUIZ DE FORA, sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026 – A entrevista ao vivo concedida à Difusora 97,3 FM pelo paciente experimental número um da polilaminina, Bruno Drummond de Freitas, 31 anos, representa um marco não apenas para a ciência brasileira, mas para a própria história da humanidade.

Bruno sofreu um **grave acidente de carro em 2018, no qual também estava seu irmão, que na época tinha apenas 7 anos de idade e, felizmente, nada sofreu. Já Bruno teve uma lesão cervical completa da medula espinhal, condição que o deixou tetraplégico, sem movimentos dos ombros para baixo.

Antes do acidente, Bruno levava uma vida intensa e cheia de aventuras, com rotina ativa, esportes, aventuras e muitos planos. Tudo mudou de forma abrupta no fatídico dia da tragédia, quando ele passou a viver uma realidade que, ao longo da evolução da humanidade, sempre foi encarada como uma sentença irreversível.

A tetraplegia, assim como a paraplegia, historicamente significou não apenas a perda dos movimentos, mas também a morte da vida social e da autonomia. Pessoas nessas condições tornavam-se totalmente dependentes de terceiros para alimentação, higiene, uso de fraldas, movimentação na cama e cuidados básicos diários. Era um caminho sem retorno, aceito pela medicina por séculos.

No caso de Bruno, o cenário inicial indicava exatamente isso: uma vida de dependência total, sem expectativa de reversão. No entanto, a história começou a mudar quando ele foi incluído no tratamento experimental com a polilaminina, substância desenvolvida pela bióloga Dra. Tatiana Lobo Coelho de Sampaio, 59 anos, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com apoio da FAPERJ e parceria com o Laboratório Cristália.

Bruno foi o primeiro paciente do mundo a receber a substância. Na entrevista concedida **ao vivo na sexta-feira, 20 de fevereiro, às 10h20, ele relatou que hoje está próximo de 100% de recuperação, conseguindo ficar de pé, andar, correr, nadar e realizar exercícios físicos normalmente, algo que até pouco tempo atrás era considerado impossível.

Ele também revelou que, após o seu caso pioneiro, houve uma sucessão de outras boas notícias envolvendo pacientes com quadros clínicos semelhantes, mostrando que o experimento vem sendo coroado de sucesso e configurando uma verdadeira revolução na medicina regenerativa.

Durante a entrevista, Bruno fez um alerta importante: a Dra. Tatiana não possui perfis em redes sociais. A reportagem identificou três canais no Instagram que se apresentam como oficiais, mas todos foram classificados como fake news, de acordo com a apuração jornalística junto a fontes institucionais.

No entendimento desta reportagem e de muitos observadores da cena científica, o trabalho liderado pela Dra. Tatiana Lobo Coelho de Sampaio extrapola os limites da pesquisa convencional. Trata-se de um avanço que muda o destino de pessoas condenadas à perda total de autonomia, razão pela qual a pesquisadora é vista como mais que indicada ao Prêmio Nobel de Medicina, sendo considerada, por muitos, merecedora do próprio Nobel.

O impacto do caso de Bruno Drummond de Freitas é tamanho que ele passou a ser requisitado pela imprensa mundial, concedendo entrevistas a grandes emissoras de televisão, agências internacionais de notícias, portais especializados e à mídia brasileira. Mesmo com uma agenda disputada entre entrevistas e convites para palestras, Bruno reservou um espaço para falar com a Difusora 97,3 FM, emissora que, embora não figure entre os grandes conglomerados de comunicação do país ou do mundo, tem importância fundamental para a região e para o jornalismo local.

A pesquisa com a polilaminina segue em fase experimental, com critérios rigorosos: indicação apenas para lesão medular COMPLETA, aplicação ideal até 72 horas após o trauma, possibilidade de **uso compassivo até 90 dias, mediante prescrição médica e relatório do médico assistente. Lesões crônicas ainda não estão contempladas.

Atualmente, seis pacientes beneficiados com a substância estão em processos acelerados de recuperação. Bruno, estágio mais avançado por ter sido o primeiro paciente, ao ser perguntado se precisaria fazer, periodicamente, fazer uso de medicamentos ao longo da vida, ele respondeu que bastou uma aplicação de Polilaminina na cirurgia, e de fato, a partir daí, só precisou da força de vontade na fisioterapia e, como dito anteriormente, Já está perto dos 100% de reabilitação.

Quem desejar se candidatar a uma vaga para o processo de experiência ou cadastrar alguém, escreva para [email protected], o laboratório que produz a substância, inclusive, emitiu um nota de esclarecimento (ao final da reportagem).

Veja também:


NOTA DE ESCLARECIMENTO

O Laboratório Cristália, única empresa responsável pela produção da POLILAMININA, informa que o produto não está disponível para venda e a Empresa segue o processo de aprovação junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), com o objetivo de cumprir todas as fases de estudo necessárias até que o medicamento possa ser disponibilizado em larga escala, ou seja, produzido e comercializado para hospitais.

O Laboratório Cristália esclarece, ainda, que o projeto é fruto da parceria com a Profa. Dra. Tatiana Sampaio, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Reforçamos que inovações disruptivas, como a Polilaminina, fazem parte da essência do Cristália, que é desenvolver produtos que possam transformar a vida das pessoas, sempre de forma responsável.

Em caso de dúvida envolvendo a POLILAMININA, o SAC do Laboratório Cristália está à disposição para fornecer qualquer informação que seja necessária.

SAC
0800 701 1918
[email protected]
WhatsApp: 800 701 1918

www.cristalia.com.br



Síntese da reportagem

🎙️ Bruno Drummond de Freitas, 31 anos, concedeu entrevista ao vivo em 20 de fevereiro, às 10h20

🚗 Acidente de carro em 2018 envolveu também o irmão de 7 anos, que não sofreu ferimentos

🧠 Lesão cervical completa causou tetraplegia, condição historicamente irreversível

🧑‍🦽 Bruno chegou a depender totalmente de terceiros para alimentação, higiene e mobilidade

🏃‍♂️ Hoje está próximo de 100% de recuperação, anda, corre, nada e faz exercícios

🧪 Primeiro paciente do mundo tratado com polilaminina

📈 Outros pacientes também apresentam resultados positivos

🏆 Pesquisa é considerada uma revolução para a humanidade e candidata ao Nobel

🚫 Dra. Tatiana não possui redes sociais; perfis identificados são fake news

📻 Difusora 97,3 FM foi a primeira emissora da região a entrevistar diretamente um dos protagonistas

#DifusoraSJN #UFRJ #FAPERJ #Cristália #CiênciaBrasileira #LesãoMedular

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Aristides Dos Santos

Formação: Graduação presencial em TV, Cinema, Rádio e Internet pela UNIBAN (Universidade Bandeirantes do estado de São Paulo), campus Osasco- SP. Habilitação: Trabalhos em audiovisual (cinema), atividades de radiodifusão RTV, produção de livros, revistas e jornais (impressos e digitais), criação e gestão de tráfego pago ou orgânico para internet

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